
Esta página explica, em linguagem direta, o que o escritório faz com os dados de quem visita o site, entra em contato ou se torna cliente. Última atualização: 25 de setembro de 2026.
O responsável pelo tratamento dos dados pessoais coletados neste site é o escritório Pessoa & Sena Advogados e Associados, que atua sob a razão social Victor Yago Sena Laureano Sociedade Individual de Advocacia, inscrita no CNPJ sob o nº 68.967.416/0001-17, com sede na Rua Francisco Furtado, 18, bairro São Francisco, Manaus/AM, CEP 69079-190.
Na linguagem da Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018), o escritório é o controlador desses dados: é ele quem decide por que e como eles são tratados. O canal para qualquer assunto relacionado a esta política é o e-mail contato@pessoaesena.adv.br.
Esta política vale para quem visita o site pessoaesena.adv.br, preenche o formulário de contato, conversa com o escritório pelo WhatsApp ou por e-mail e para quem se torna cliente. Ela explica o que é coletado, por que é coletado, com quem é compartilhado, por quanto tempo é guardado e o que você pode exigir a qualquer momento.
Ela não se aplica a sites de terceiros que você acesse a partir de links publicados aqui. Cada um tem a própria política.
Dados que você nos entrega. No formulário do site pedimos o seu nome, o telefone com DDD, o assunto do seu caso e o melhor período para ligarmos. Registramos também de qual página do site o pedido partiu, para saber sobre o que você quer falar. Não pedimos CPF, e-mail nem documentos no formulário.
Dados do atendimento. Se a conversa continuar pelo WhatsApp, por e-mail ou por telefone, ficam registrados o conteúdo dessa conversa e os documentos que você decidir enviar — extratos, contratos, contracheques, comunicações do banco ou do INSS. Esses documentos só são pedidos quando fazem diferença na análise do seu caso.
Dados de navegação. Como qualquer site, este registra informações técnicas do seu acesso: endereço IP, tipo de aparelho e navegador, páginas visitadas, tempo de permanência e de onde você veio — de uma busca no Google, de um anúncio ou de um link compartilhado. Esses dados são tratados de forma agregada e servem para entender o que funciona no site, não para identificar você individualmente.
A LGPD exige que todo tratamento tenha uma justificativa prevista em lei. Estas são as nossas:
Quando o tratamento se apoia no seu consentimento, você pode retirá-lo quando quiser, e isso não afeta o que foi feito legitimamente antes.
Alguns casos envolvem dados que a lei chama de sensíveis — informações sobre saúde, por exemplo, em pedidos de salário-maternidade ou de benefícios do INSS. Esses dados recebem tratamento mais restrito: são usados apenas para instruir o seu caso e só circulam entre quem precisa deles para trabalhar nele.
Além da LGPD, tudo o que você conta ao escritório está protegido pelo sigilo profissional do advogado, previsto no Estatuto da Advocacia (Lei 8.906/1994) e no Código de Ética da OAB. O sigilo e a LGPD convivem: um não dispensa o outro, e na prática o sigilo é ainda mais rigoroso, porque alcança até mesmo informações que não são dados pessoais.
Cookies são arquivos pequenos que ficam no seu navegador. Usamos três tipos:
Na primeira visita, um aviso pergunta o que você autoriza. Você pode aceitar tudo, recusar o que não for essencial ou escolher categoria por categoria — e pode mudar de ideia depois, pelo mesmo aviso ou apagando os cookies nas configurações do seu navegador. Recusar os cookies não essenciais não bloqueia nenhuma parte do site.
Há uma exceção: a página de links usada no perfil do Instagram (pessoaesena.adv.br/links) não exibe esse aviso, porque ele cobriria o conteúdo numa página feita para um clique só. Nela funciona apenas a medição própria do escritório, que registra de onde veio a visita para entender quais canais trazem contato. É um registro de primeira parte, apoiado no legítimo interesse (art. 7º, IX da LGPD): não alimenta publicidade de terceiros nem acompanha você em outros sites. Se preferir que esse registro não seja feito, escreva para contato@pessoaesena.adv.br e ele é apagado.
O escritório não vende dados pessoais e não os cede para terceiros usarem em proveito próprio. O compartilhamento acontece apenas nestas situações:
O acesso é restrito a quem precisa dele para trabalhar no seu caso: os advogados responsáveis e a equipe de atendimento que conduz o seu contato. O sistema interno controla esse acesso por perfil de usuário — cada pessoa enxerga apenas o que a função dela exige, e todo acesso fica registrado.
Advogados, estagiários e colaboradores estão vinculados ao dever de sigilo, que permanece mesmo depois do fim da relação de trabalho.
Os dados ficam conosco enquanto houver motivo para isso:
Encerrado o prazo, os dados são eliminados ou anonimizados, salvo quando a lei exigir guarda maior.
O site trafega em conexão criptografada (HTTPS). O acesso aos sistemas exige autenticação individual e é controlado por perfil. São mantidas cópias de segurança e registros de acesso, e os equipamentos e contas do escritório seguem regras internas de senha e atualização.
Nenhum sistema é absolutamente invulnerável. Se ocorrer um incidente de segurança capaz de gerar risco ou dano relevante a você, o escritório comunicará o fato a você e à Autoridade Nacional de Proteção de Dados, nos termos da lei.
Parte da infraestrutura usada pelo escritório — hospedagem, e-mail, plataformas de mensagem e de medição — é operada por empresas com servidores fora do Brasil. Nesses casos, a transferência é feita com apoio nas hipóteses da LGPD e mediante compromissos contratuais de proteção equivalentes aos exigidos pela lei brasileira.
A LGPD garante a você, a qualquer momento e sem custo:
Para exercer qualquer um deles, escreva para contato@pessoaesena.adv.br. Podemos pedir informações que confirmem a sua identidade, justamente para não entregar dados a quem não é o titular. A resposta é enviada nos prazos previstos na LGPD.
Há direitos que encontram limite no dever de guarda e no sigilo profissional: documentos que instruem um caso em curso, por exemplo, não podem ser eliminados a pedido enquanto forem necessários ao próprio caso ou enquanto a lei exigir a sua conservação.
O site não é direcionado a menores de 18 anos e não coletamos dados deles de forma intencional. Em casos que envolvem filhos — como o salário-maternidade —, os dados da criança são tratados no interesse dela, fornecidos pela mãe ou pelo responsável legal e usados exclusivamente para instruir o pedido.
O escritório mantém um canal único para assuntos de proteção de dados, pelo qual o encarregado recebe pedidos e reclamações de titulares e comunicações da autoridade: contato@pessoaesena.adv.br.
Você também pode apresentar reclamação diretamente à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), pelos canais oficiais do órgão.
Esta política pode mudar quando o escritório passar a usar uma nova ferramenta, quando a legislação mudar ou quando a prática de tratamento for ajustada. A versão vigente é sempre a publicada nesta página, com a data de atualização indicada no topo. Mudanças relevantes são sinalizadas no próprio site.